Karina M. Monteiro

Karina ajudava os pais numa assistência técnica. Cresceu em meio a circuitos eletrônicos e válvulas, talvez daí tenha surgido tamanha paixão por tecnologia, em especial a obsoleta, pois foram as antigas (e complexas) descobertas graduais, que possibilitaram a gravação de números binários em pedacinhos de silício, originando essa tecnologia de filme de ficção que já temos hoje.

Quando criança gostava de criar cenários de histórias com capacitores e transistores, ao mesmo tempo em que já se acabava no Atari e se interessava por ilustração, chegando, em sua adolescência, a ajudar num estúdio de tatuagens, fazendo desde a concepção dos desenhos até a biossegurança do local.

Sabendo, aos seus 12 anos, que queria ser designer, começou a se informar sobre o assunto. Mais tarde fez um curso de Web Design e descobriu que, apesar de gostar de programar, o negócio realmente é cuidar da interface e (do que depois iria descobrir o nome) da UX.

Seu primeiro emprego, aos 17 anos, foi como designer numa micro-empresa de tecnologia em acesso, onde mais tarde, regressou para ser a responsável pelo setor de arte, realizando entrevistas com candidatos e, depois, como freelancer, deu treinamentos para os funcionários e reformulou a identidade visual da empresa.

Enquanto isso passou com bolsa integral para se graduar em design digital e ingressou, sem volta, na área do design.

Hoje, já formada, se interessa em praticamente tudo do mundo da comunicação e do digital. Tem como hobbies: escrever, inventar, fuçar, ouvir música (acima de tudo rock), e adora fazer locuções.

Fazendo parte do planeta Terra desde 1988, esta geek, que cresceu com dedos tortos de tanto jogar Nintendo, é amante das velhas tecnologias e acha que não se deve esquecê-las, mas sim renová-las.

O foco agora é entrar de cabeça no mundo da interatividade e tentar juntar as paixões tecnologia+música+design, para, em médio prazo, realizar experimentações em programação visual criando instalações e Video Mapping interativos, pesquisando sobre HCI em busca do corpo como interface. E, para curto prazo, se aprofundar em UX de dispositivos touchscreen (área que ainda tem muito a se explorar), e no Gerenciamento de Projetos (praticamente um hobbie para pessoas organizadas! hehe )

Tudo isso visando se tornar uma artista digital abrangente.

Let's rock! =D