
Graduada em design de moda. Mas isso não a resume.
Já atuou, dançou, tocou piano; Pode ser artista visual, estilista/modelista, ilustradora e fotógrafa, além de exímia artesã. Escreveu peças musicais, roteiros para cinema e poemas com parcerias preciosas. Tão artisticamente atormentada que acabou por saber um pouco de muitas coisas diferentes. Adora escrever, aprender e transmitir o que aprendeu. Ciente que Duchamp já esteve aqui e que sempre a culpa é toda dele.
Maníaca por saber. Apaixonada por culturas, cores, sabores e idiomas. Fluente em português, inglês, francês; conhecimentos em espanhol, islandês, alemão e sueco (devido a paixão súbita por Gösta Ekman e pelo cinema sueco em geral).
Sente-se triste por não ter combatido incêndios nem realizado estudos sobre os chapéus de caubói, apesar de já ter tentado compreender o cérebro humano. Não é capaz de jogar futebol com apenas uma das mãos nem em videogame, mas ainda assim diverte-se quando desafiada.
Atualmente, discute arte moderna, pós-moderna e contemporânea no com outros artistas no A culpa é do Duchamp ; colabora no POPCULT DE BOLSO discutindo principalmente questões de gênero; fala de moda, música, política e aleatoriedades quaisquer no But, Charlie e, é claro, xinga muito no twitter.
Adora assuntos sérios, mas não deseja ser levada sempre a sério.
Não costuma falar de si mesma na terceira pessoa. E avisa que não é emo.