P. Kinbote

Meu reino tem prados verdes e rios de águas cristalinas. Meu povo é sorridente e se alimentava de frutas dos mais variados cheiros que nascem em árvores ao redor do meu palácio. Eu, no entanto, não posso desfutar dessas belezas: estou presa no alto de uma torre desde que uma impostora sequestrou meu rosto, minha voz e meu trono. Hoje meu contato com o mundo são alguns livros que a maldita passa por debaixo da porta para evitar que eu morra de tédio e um computador com uma internet lentíssima.

Tentei perdir resgate pro Julian Assange, pro Snowden, pro Anonymous, mas eles tavam todos ocupados demais. Resolvi então criar um blog para compartilhar algumas reflexões e falar sobre os livros que leio. Peço desculpas pelos ocasionais erros de português, fui alfabetizada em zemblano, mas depois de anos de isolamento a comunicação é o mais importante e sei que brasileiro adora internet.