Ana Elize

Sou eu mesmo perante a máquina social, posso dizer o que penso sem medo de ser julgado. Posso sair de mãos dadas em um dia de domingo e expor ao mundo o que estou sentindo. Almejo coisas simples e fáceis de se concretizarem, como fazer um filho ou comprar um sapato novo ou até mesmo um passeio na natureza. Não sou cobrado por minha consciência em instante algum da minha existência, tenho o livre arbítrio entre o que é útil e fútil.