Antonieta Félix
Writer in Évora
Acredita que os duendes do fim do arco-íris não guardam um pote de ouro e sim um pote de mel e até lhe provarem o contrário, quer ler, escrever, ouvir e contar estórias.
Alentejana de todos os costados, na infância quis ser cabeleireira, na adolescência jornalista, na juventude optou por uma licenciatura em Relações Internacionais. Trabalhou e deu aulas a adultos, em Lisboa, até o Alentejo a chamar de volta. Regressou e tornou-se correspondente do jornal Público.
Participou num projeto de promoção do livro e da leitura de uma autarquia, em que, entretanto, ingressou. Procura, desde então, novos caminhos na leitura, na escrita e nas estórias.
Certo dia, aceitou um convite para contar em público algumas estórias suas, o que fez o mundo girar na rotação inversa.
Antes e depois desse dia, colaborou com jornais e revistas e publicou contos avulsos. Depois disso, e por causa disso, publicou seis livros infantis e atreveu-se a contar mais estórias, suas, de outros autores e de outras eras.
Recentemente, escreveu sobre música no jornal “Diário do Alentejo”, em 2017 e 2018; foi voluntária, como contadora de estórias, numa associação de apoio a vítimas de violência doméstica, em 2019; fez a pós-graduação “A Arte de Contar Estórias” e criou o grupo de mulheres contadoras de estórias “As Rodelas”, em 2021.
Para o futuro, tem como previsão única o aparecimento ocasional do arco-íris…