Bruna Pegurier
Bruna Pegurier
Ariana de uma noite do dia 12 de Abril em Crateus-CE- Brasil no ano de 1982.
Gosto de ficar provocando sentido nas coisas. De atribuir ao Outono, época na qual nasci, essa minha sede por mudanças constantes e a profunda vontade de recomeçar, recriar, refazer e principalmente, imprimir a minha interpretação sobre tudo que atravessa meu olhar. Me apaixonei pela cerâmica. Tenho mania de perder o pensamento no pó que sai dela. Confesso que me encantam as flores mortas. Quando secas, pequenos cadáveres, principalmente as rosas ganham novo perfume e cor. Tudo fica mais intenso. É como se elas assim como os Homens, ficassem mais sábias. A fotografia é boa de emprestar ângulos e congelar interesses. A culianária é boa de boca e a música, gasolina: faz mexer, esquentar, correr, freiar. Na escrita, impressões.