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Tive o privilégio de poder partilhar com uma grande amiga a minha gravidez. Tínhamos exatamente o mesmo tempo de gestação, os mesmos medos, os mesmos maus estares e as mesmas alegrias. Eu grávida de um menino, ela de uma menina.
Rapidamente nos fascinamos pelo mundo infindável do bebé; onde tudo é fofo, cheio de cor, e onde muitas vezes compramos muito mais que o necessário, só porque com determinada peça os nossos tesouros ficariam irresistíveis.
Quando nasceram, chegamos á conclusão que para além dos fatinhos fofos, das fitinhas para o cabelo, dos sapatinhos a condizer, existia uma panóplia de outras coisas, que não tendo tanta graça, eram essenciais para o bebé, e para as quais estava destinado uma boa fatia do orçamento mensal familiar.
Começamos a ver, que se calhar, teríamos que ser muito mais contidas nas futilidades que comprávamos, e que compraríamos sim, peças de qualidade, duradouras, praticas e bonitas, e não apenas peças que eram ‘’fofas’’.
Apesar da nova realidade, continuamos doidas pelo mundo do bebé, e á medida que iam crescendo e ficando mais lindos, nós nos tornávamos mais vaidosas e orgulhosas.
Quando alguém dizia que estavam a ficar muito parecidos connosco, derretíamos de alegria.
O meu menino é o pai em ponto pequeno. Pouco tem da mamã. Farta de estar sempre a ouvir esse comentário, redimi-me às evidências.
Quando o Rafael tinha cinco meses, fomos convidados para uma festa muito gira. Ia ser o seu primeiro aparecimento num evento social. Teria que estar ainda mais lindo, se é que isso seria possível.
Já que era a cara do pai, pensei: ‘’ E porque não irem os dois de igual?!?’’
Corri todas as lojas da moda, quer de criança quer de adulto, percorri um monte de sites, mas o mercado não tinha grande coisa a oferecer neste âmbito. O pouco que havia parta adultos e crianças igual, era demasiado informal, com peças para usar nas férias ou ao fim de semana.
Pretendia fazer a graça, mas também queria que o investimento que ia fazer, principalmente nas peças do meu marido, fosse rentabilizado. Queria comprar peças que depois dessem para usar no trabalho, numa festa, numa reunião e até conjugadas com outras peças menos formais, para uma saída informal. Isto porque tal como já referi, depois do Rafael nascer, tudo passou a ter que ser mais otimizado!
Era por isso fundamental que os modelos fossem clássicos, elegantes, fabricados com material de qualidade, com tecidos práticos