Diego de Oliveira

Socialmente, me defino em poucas linhas: Aluno de Língua Portuguesa através do curso de Letras; integrante de uma banda; organizador de eventos em prol da cultura japonesa. Filho, irmão e de poucos amigos (Links e propagandas da banda são desnecessários e não considero adequado para uma possível "biografia". Termo que também não vem a ser nada adequado para este resumo).De verdade? Ainda há muito o que viver e poucos caracteres para realizar uma tentativa bem sucedida de descrição. Porém, tentemos: Sou baixo, magro e tenho medo de muitas coisas. Medo de parecer controverso, impulsivo, desconfiado e prepotente. Naturalmente estes temores não são nada comparado ao medo de filmes de terror, sapos e ficar sozinho. Sim, estes são os meus verdadeiros "carmas". (outra palavra descabida,mas va lá, se acostumem). Felizmente nasci com a capacidade de obter o bom-senso e raciocinar (as vezes), o que me põe numa diária querela comigo mesmo para imobilizar os medos e não deixá-los tomarem conta de minhas ações. As vezes sou bem sucedido. As vezes. Tenho complexos. Queria que meu cabelo fosse melhor e que coubesse em um boné ou chapéu sem precisar cortá-lo; queria tocar violão primorosamente para começar a aprender sanfona; queria saber nadar, dar laços decentes, assobiar, fazer a barba e, por fim, não ser canhoto. Chato, né? Pois bem,ao menos nada disso me incomoda excessivamente, inclusive, tenho gostos e preferências: gosto de piadas e de amigos bobos em uma noite a base de cerveja; gosto da praia à tardinha e muitas músicas de los hermanos, belle and sebastian, bob dylan e João Gilberto no violão; gosto da nostalgia adolescente de Dragon Ball e Harry Potter como gosto da fascinação por Chaplin, Kubrick, Tarantino e Stephen King, Garcia Márquez e Saramago. Por fim, não gosto de segredos e dissimulações. Já gostei. Não gosto mais. Deixo isto para os tolos que não sabem errar e aprender com os erros. Amo meus pais, incondicionalmente. Acredito em Deus e sei que ele tá me esperando pra acertar umas contas aí. Tenho braquicardia, mas espero viver muito para ter filhos e vê-los crescer. Gosto muito de crianças, nada me alegra mais. Este sou eu. E a você que teve a curiosidade de ler tudo até o fim, parabéns. Foi um saco, eu sei, mas agora você já sabe mais sobre mim do que muita gente próxima. Ou não.