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Braga

Esta e a página do GEPE de Braga

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Os Grupos de Entreajuda na Procura de Emprego – GEPE são grupos informais de pessoas desempregadas, que se reúnem periodicamente e cujo objectivo é a procura activa de emprego, na qual todos os membros do grupo colaboram e se entreajudam.

A rede GEPE é um projecto experimental e inovador que pretende desta forma apoiar desempregados, em particular os que sofrem um maior impacto psicológico do desemprego, quer pela sua duração, pela situação inesperada ou pela vulnerabilidade em que se encontram.

Através da dinâmica de entreajuda em grupo, metodologia adaptada de outros contextos de “auto-ajuda”, procurar-se- á ultrapassar a desmotivação, o isola- mento e a tendência depressiva a que o desemprego muitas vezes conduz. Com o apoio de um facilitador/animador, o grupo focar-se-á na procura activa de emprego para os seus membros, tendo cada um deles a função de apoiar os restantes nessa missão. Com uma atitude positiva e um enfoque proactivo so- bre o mercado de trabalho é uma experiência de solidariedade e de dádiva entre os próprios desempregados.

Os GEPE são constituídos, tendencialmente, por oito a doze membros.

Os GEPEs não têm empregos para oferecer, não têm subsídios para distribuir, nem são uma solução mágica para todos os problemas dos desempregados. Mas podem ser o inÍcio da solução, proporcionando a cada membro dos GEPEs uma ajuda e oportunidade de ajudar outros com problemas similares.

Porquê o GEPE?

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O desemprego constitui, e constituirá nos próximos anos, um dos principais problemas sociais em Portugal. Estado e sociedade civil têm de unir esforços para atalhar os efeitos nefastos deste flagelo, procurando soluções inovadoras, de baixo custo e complementares às ofertas sociais existentes.

O IPAV ao olhar esta realidade, desenvolveu o conceito dos GEPE para responder a necessidades sociais não resolvidas ao nível da reintegração laboral dos desempregados, nomeadamente:

O combate ao isolamento decorrente da perda de socialização que o “não ir trabalhar” provoca.
O combate à auto-centragem que cada desempregado sofre, que o leva a ficar refém da gravidade real ou ampliada do seu problema.
A prevenção da depressão que tantas vezes se instala.
No diagnóstico realizado detectou-se também uma carência de redes sociais de apoio, que per

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