Ingrydh Sasaoka

Ei-la Atende por Ingrydh, In ou por quaisquer que remetam ao sobrenome nipônico. É cética, mineira e cruzeirense. Feminista. Dezessete. Com propensão às Humanas, arquiteta salvar o mundo. Encontra n'O Pequeno Príncipe e na Loucura, elogiada por Erasmo, afago para as questões vis do dia-a-dia. Por vezes saliva frente à ideia de Nepentes, por outras percebe no pesar um caminho pra humanidade. Filósofa de chuveiro, Marx explica. Das cores, o preto. Das estações, o inverno. Carrinhos em miniatura, crianças e bichos. Vira-latas. CD Malhação Nacional 2004 com cheiro de janta de mãe. Pouco verbo, muitos devaneios. Ciumenta e organizada. Pouco sai, dizem antissocial e chata. Com um olhar que estuda, tem preferido, numa covardia existencial, o papel de figurante. Tentar carregar o mundo nas costas fez dela uma corcunda frustrada. Escreve porque se encontra. Disserta em terceira pessoa porque tenta escapar. Sabe concluir.