Guilherme Trindade
Nascido a 1986, embora sem culpa da adesão à CEE ou de Chernobyl, decidiu meter logo nojo com uma infância privilegiada passada entre Macau, Lisboa e um pouco por todo o sudeste asiático.
Em criança desejava ser inventor, vocação gorada por uma birra com a matemática. Redireccionou a sua criatividade para a escrita e inexplicavalmente publicaram-lhe alguns contos:
Tentáculos, Contos de Terror do Homem-Peixe (2007); Letes, Um Rio de Contos (2010), Valente, Os Anos de Ouro da Pulp Fiction Portuguesa (2011), Taxidermia, Lisboa no Ano 2000 (2012).
Hoje é game designer e escreve um romance sobre super-heróis que espera acabar em 2020.