Joel Segundo

Editor, Consultant, and Project Manager in Ramos, Brazil

Joel Segundo

Editor, Consultant, and Project Manager in Ramos, Brazil

Support my charity

PREFÁCIO

Biografia da vida de Joel Seguno, desde um paraíso ao inferno, uma luta sem rumo.

A INFÂNCIA

PREFÁCIO

Biografiada vida de Joel Seguno, desde um paraíso ao inferno, uma luta semrumo.

A INFÂNCIA

Quandocriança, me lembo da panela de barro, com uma plantação de pes decana, melancia, limão, laranja, abacate, e mais,...fora plantasmedicinais, eram muito voltados ao plantio na terra, meu pai JoséAugusto sempre trabalhava, mas me falava de um tempo obscuro que nãohavia salário e nem direitos só pagamento pelos serviços feitos,após a era Getúlio Vargas. Com acriação da C.L.T., houve direitos criados para evitar a exploraçãoe profissionalização do trabalhador, com essa fase meu pai recebe oprimeiro salário comovido, o mesmo sistema que hoje não évalorizado, minha infância foi com muita brincadeira e aprontandomuito, não tinha tudo ou todo tipo de brinquedos, mas tinha umespaço pra brincar a vontade, adorava fogo, dava muita preocupaçãoaos meus pais com fósforos, mas era muito criativo na infância, euamava brincar, meus pais eram muito queridos pelos meus tios que hojenem temos lembranças deles por parte de mãe, a infância é ummomento em que se tem visão de um mundo ingênuo, a evolução daconsciência é muito longe da realidade, minha mãe adorava costurarnuma máquina bem antiga com pedal de ferro, até que chegaa a horado almoço, comida fi em panela de barro, uma plantação de quasetudo, após termos que nos mudar para uma favela, como era chamada naépoca, hoje comunidade, as coisas mudaram, a violência se criou emnosso meio, a saudade do ambiente que nos criávamos era espaçoso, onovo lar era uma casa de madeira que na chuva perdíamos geladeira,TV, um lugar sem prevalência de Estado, cidadania sem foco, bandidosque apareciam e sumiam, cresci, brincando de bola de gude, pipas,pique tá, pique bandeira, meu pai nunca aceitava que eu ficassenomeio da rua sem que ele soubesse, a vida nas ruas era consideradauma vida de vadios que nunca queriam ou poderiam um dia desistis debuscar trabalho, ele me levava ao seu ambiente de trabalho, eu sempresentia orgulho de meu pai. A minha mãe era coração bom, ela semprequeria uma família unida e em paz, mas numa favela onde haviaprostituição em pontos em meados de 1980 até uma data em queacabaram com tal prostíbulo que muito falavam, Minha infância e aescola falo em outro texto.

Avida ficou difícil depois que nos mudamos para a Favela RoquetePinto, não ser educado para brigar e nem para