Leonardo Chaves
Student in Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Assim como um gênio que acabou de sair da lampada, tenho três desejos a realizar, ou melhor dizendo, objetivos, um de curto, um de médio e um de longo prazo.
Entendo que eles possam mudar com a minha evolução como pessoa, porém, creio de que sem objetivos não podemos avançar com o máximo da nossa capacidade.
O de curto prazo é buscar aprender e obter o máximo de experiencia possível em tudo o que faço. Sair da zona de conforto é a melhor forma de me desenvolver e tornar-me uma pessoa e profissional melhor.
O de médio prazo envolve ajudar no desenvolvimento do povo brasileiro. Nesse ponto, três coisas me impactaram muito, o primeiro é o Instituto Ayrton Senna, que me mostrou ser possível desenvolver, em larga escala, um programa para ajudar na educação. O segundo, foi o empresário Rodrigo Lang, que me mostrou ser possível criar algo rentável e, ao mesmo tempo, barato e de qualidade, para ajudar a empoderar os jovens. Por fim, minha experiencia na França, abriu minha mente com relação à outras formas de pensar e à importância da educação para a evolução do País e de seu povo.
Por fim, meu objetivo final é um tanto quanto filantrópico. Inspirado por pessoas como Bill Gates e Warren Buffet, tenho um desejo de conseguir amenizar os problemas no mundo, que, provavelmente, ainda nem tenho noção da gravidade. Esse objetivo vem principalmente por influencia interna familiar, mais especificamente do convívio que tive com minha irmã, que nasceu com um problema genético e passou por diversas dificuldades devido à isso.
Atualmente, curso graduação na PUC-Rio, após um intercambio de dois anos na Ecole Centrale de Lille, graças a um programa de Duplo Diploma. Na PUC, fui coordenador de robôs autônomos, de comunicação e de gestão de uma equipe de robótica conceituada mundialmente. Participei na parte elétrica de diversos projetos como, por exemplo, desenvolvimento de jogos analógicos, de uma compostera e de uma mesa autônoma.
Na França, desenvolvi a eletrônica de baixa tensão de um carro elétrico e estagiei em um laboratório de automação, participando do desenvolvimento de um sistema de trem autônomo.
Por fim, ainda no período na França, fui fundador e presidente da Brasa Lille, associação para empoderar brasileiros nos arredores de Lille. Fui também vice-presidente do ClubTime, associação responsavel por ajudar e integrar os estudantes de todas as culturas, sendo o responsável pelo evento de doação de moveis, mobiliando mais de 50 quartos de estudantes internacionais.