Marina

Rio De Janeiro, Brasil.

Mineira, descendentes de africanos e italianos. Neta de um siciliano com uma angolana. No início da ponte do descobrimento pessoal. 17 é só um número cronológico. Tenho um relacionamento de total repulsa com ciências exatas e um de amor múto com humanas. Não possuo grandes exigências na vida. Viajar deveria ser mais barato. Estou no décimo primeiro capítulo do meu primeiro livro que se chama "joão e outras mulheres". Ler é ato que mais realizo. Odeio academia. Amo comer e andar. Aprendiz da língua portuguesa, Apaixonada pela italiana. Conformada com a inglesa. Minha família é minha base, mas às vezes ela balança. Ou quase sempre. Sem desilusões, leio Pablo Neruda, Vladimir Nabokov, Graciliano Ramos, Jack Kerouac, Allen Ginsberg, entre outros. Porém Charles Bukowski tem meu coração. Como eu queria um noite boêmia com esse carteiro, detetive e homem de diversas facetas. Cinema e literatura são seguimentos artísticos que são concomitantes a minha vida. Assim como o rock do século passado, a música falada de Laura Pausini, o canto lírico e as óperas de Andrea Botecelli, noites em claro, café sem açúcar, terra molhada, barras de torrone, professores de História, os livros de Bukowski, Martin e Gandhi, cultura africana, Acossado, qualquer comida com camarão, cerveja bem gelada, amizade de anos, beijos que duraram meses, que são resumidos como, em meio de bilhões de outras coisas, devaneios mundanos rotineiros da madrugada. Não me pergunte o tipo de pessoa que eu costumo me relacionar, não te darei esteriótipos. Mas tire Jean Belmondo como exemplo. Tênis é paixão, porém não praticável para mim. E por fim, eu sigo em busca de ser buscada.