Rudolf Strohdiek

Não sou leitor de Proust. Não faço do tempo presente um infindável exercício da busca do tempo perdido. Acredito na "flecha retilínea" do tempo. Que a busca pelo conhecimento é inesgotável, e que há sempre uma porção além-mar no horizonte. Acredito que o saber tem um caráter instrumental, de liberação, de capacitação humana, de engrandecimento social, de aperfeiçoamento da humanidade, de busca de valorização do que é belo, do que é útil e, sobretudo, do que é bom.